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Inteligência Emocional

Quando nos deparamos com algo muito grande e que não sabemos por onde começar, tendemos a ficar com medo. E ele paralisa mais que o COVID-19. Faz com que não queiramos sair de casa, dar ideias ou contribuir com colegas. Tendemos a buscar um cantinho e ficarmos bem quietos para ninguém nos descobrir (nem o vírus nem o meu chefe e colegas).

 

No contexto atual, parece que quanto mais nos “mexemos” mais complicado fica, concorda?

 

Nossos comportamentos são resultado das nossas emoções. Por isso a importância dos líderes reconhecê-las em si, na equipe e nos pares. Elas servem de interface entre os meios interno e externo de um sujeito e conduzem a forma como ele se expressa verbalmente e com o corpo nos mais diversos ambientes (na família, no trabalho, na escola e até mesmo virtualmente).

 

Segundo o escritor e médico neurocientista português Antônio Damásio, temos seis emoções comuns a todos os seres humanos do planeta, as chamadas Emoções Primárias. São elas:

 

  • Medo;
  • Alegria;
  • Raiva;
  • Tristeza;
  • Aversão;
  • Surpresa.

 

Assim, formamos o acróstico M.A.R.T.A.S. super conhecido e difundido pelos estudiosos do tema. Todas as emoções são contagiantes e cada uma tem um pedido de comportamento que pode ou não ser atendido:

 

Sentimos medo quando saímos da nossa zona de conforto, acreditamos que estamos em perigo ou que algo ou alguém pode nos fazer mal. Por esse motivo, ele pede proteção. Como líder, pode ser a promoção, quando assumimos outra área, quando alguém importante da nossa equipe pede demissão, com a mudança de um gestor. Na família, quando engravidamos, nos mudamos, chegamos em uma festa. Quando nos protegemos, tendemos a ficar mais quietos, no “nosso quadrado” e não contribuímos com o grupo. Assim, essa emoção é “inimiga” da criatividade e da inovação e alimenta a cultura do silêncio.

 

A alegria pede aglomeração, junção, troca e cuidado… reprodução. Quando estamos felizes somos mais suscetíveis ao sim, com maior dificuldade de encontrar erros e com menor capacidade de foco pois ela tem uma energia enorme orientada para o exterior, para as conexões com outras pessoas. Aparece quando atingimos os resultados esperados, quando conquistamos algo muito desejado, naquele momento que encontramos pessoas especiais na nossa vida. E haja tempo para colocar tanta conversa em dia, né?! Só não peça para assinar um contrato nesse momento ou analisar uma planilha de Excel… Corremos sérios riscos de nos comprometermos com algo e depois nos arrependermos.

 

Você já notou que quando está com raiva o seu punho tende a fechar? Sabe por quê? Ela pede a destruição da pessoa ou do objeto que nos fez mal. É aquele murro que damos no sofá quando batemos com o dedinho do pé… Essa emoção está presente no meio organizacional quando alguém pega a nossa ideia, quando damos um feedback difícil, quando um concorrente passa na nossa frente… Em casa, quando brigamos com um familiar, batem no nosso carro… e aí, como fazer? Pode parecer impossível, mas respirar, dar um tempo e, literalmente, esfriar a cabeça é uma das opções. Assim como a alegria, a raiva é muito potente e com facilidade “dopa” a nossa mente e determina comportamentos agressivos. Escrever, respirar e dormir são ferramentas que podem nos ajudar na gestão dessa emoção para que tenhamos atitude mais coerente com o que acreditamos.

 

Já a tristeza é lenta, se arrasta e é fruto da perda de alguém ou alguma coisa importante para nós. Ela pede reintegração e precisa de tempo para ser processada. Reconhece-la e aceitá-la é o primeiro passo. Quando estamos tristes, tudo fica meio ruim. Por esse motivo ela é muito útil quando precisamos achar erros ou falhas de processos. Cuidado quando for dar um feedback no dia em que você está triste. Tendemos a ter uma “mão mais pesada” nos erros e minimizar os acertos. te#ficaadica

 

Com aversão ou nojo tendemos a nos afastar das pessoas ou daquilo que “não nos cheira bem”, entendeu? É a repulsa por alguém que nos gera sentimentos negativos… aquele colaborador que eu suspeito que não é correto, o meu par que tem má fama, a área que ninguém fica. Quantas perdas podemos ter quando não verificamos se essa aversão realmente faz sentido? Assegurar-se que realmente essa emoção é uma percepção correta da realidade é super necessário.

 

Bummmm, que surpresa! O que faço agora? Qual a orientação a ser seguida? A nossa última emoção primária é a única emoção ambivalente. Pode ser uma reação positiva ou negativa em função de algo que não era esperado. Receber aquele parabéns da equipe inesperado ou “fuja porque está pegando fogo” nos geram surpresa, embora por motivos diferentes.

 

Lembre-se: Não controlamos as emoções. Elas são uma reação fisiológica ao ambiente externo e todas são úteis e necessárias para a nossa sobrevivência e saúde mental e física.

E isso tudo faz parte da nossa Inteligência Emocional, que é uma soft skill essencial para os gestores, que se desenvolve e se aprimora sempre.

 

Formação Avançada em Inteligência Emocional

 

Desde 2019, ministramos a Formação Avançada em Inteligência Emocional semestralmente em parceria com a BG Desenvolvimento Comportamental. São oito encontros online, com material didático/kit learning entregue na casa dos alunos e em e-book e mais de 30 horas de desenvolvimento.

 

Todos os alunos fazer um assessment de Resiliência e recebem devolutiva individual. O conteúdo programático é recheado de ferramentas práticas e aplicáveis em qualquer contexto social. Além do Daniel Golemann, que foi quem apresentou para o mundo a Inteligência Emocional, usamos como principais referências John Mayer e Peter Salovey.

 

Esses autores acreditam que essa soft skill pode ser desenvolvida. Eles criaram o métodos P.U.M.M. (1. Perceive Emotions: Identificar I 2. Use Emotions to Facilitate Thought: Utilizar I 3. Understand Emotions: Compreender e 4. Manage Emotions: Regular).

 

Saiba mais sobre a nossa Formação Avançada em Inteligência Emocional.

 

Palestra “Gestores são são super-heróis! Como vão suas emoções?”

 

Para empresas que querem abordar esse tema com os gestores, condensamos o conteúdo da formação para palestra “Gestores não são super heróis, como vão suas emoções?” de forma leve e com instrumentos para ajudar gestores a lideram melhor com o seu dia a dia com suas equipes, na empresa … ou melhor… com a nossa montanha russa emocional onde quer que ela esteja, né?

 

Nesta palestra, que tem como público alvo gestores, também abordamos:

 

  • A eterna busca: Felicidade;
  • O que é Inteligência Emocional e como desenvolver?
  • Como aplicar Inteligência Emociona com a equipe;
  • Método CIA (o que eu controle, o que eu influencio e o que eu aceito);
  • Etapas quando saio da Zona de conforto (medo, aprendizagem, superação e CAOS)?
  • Gestão de alta performance com inteligência Emocional;
  • Muita prática e vivência

 

Palestra “Galera, como vão suas emoções?”

 

Para as empresas querem falar de Inteligência Emocional para seus times, condensamos o conteúdo da formação para palestra “Galera, como vão suas emoções?” de forma leve e com instrumentos para ajudar equipes a lideram melhor com o seu dia a dia… ou melhor… com a nossa montanha russa emocional, né?

 

Nesta palestra, que tem como público alvo as equipes, também abordamos:

 

  • A eterna busca: Felicidade;
  • O que é Inteligência Emocional e como desenvolver?
  • Como aplicar Inteligência Emociona na rotina;
  • Método CIA (o que eu controle, o que eu influencio e o que eu aceito);
  • Etapas quando saio da Zona de conforto (medo, aprendizagem, superação e CAOS)?
  • Equipe de alta performance com inteligência Emocional;
  • Muita prática e vivência.
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